18 de Maio de 2013
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Marvel Vs. Capcom 3 traz pancadaria sem compromisso para novatos e veteranos

Por - 22 fev, 2011 - 09:50

27 Comentários

Dez anos se passaram desde a última vez em que os lutadores e os super-heróis se encontraram na arena de combate. E, mesmo tanto tempo depois, a série Marvel Vs. Capcom não perdeu o charme.

Eu provavelmente não deveria estar admitindo isso, mas colocar Marvel Vs. Capcom 3 na bandeja do Xbox 360 me levou em uma viagem mágica pelo toboágua cor de arco-íris da nostalgia até os meus 14 anos, quando a dupla Strider Hiryu e Homem-Aranha sentava o braço no fliperama perto de onde eu morava. Talvez haja um pouco de ficção nessa última parte sobre bater nos outros, mas há algo certo nessa história: o arcade da Capcom era, para mim, gordinho nerd, o que a mesa de bar é para todas as outras pessoas “normais”.

Não porque eu sentava em volta da máquina e ficava bêbado (não com frequência, pelo menos), mas porque era onde a vida “videogueimeira” acontecia. Era a experiência social do fliperama, que juntou como nunca o pessoal durante os anos 90 e definhou até uma morte triste na década seguinte. Todo mundo era amigo na roda do arcade, mesmo quem não era muito bom. Alguns batiam o ponto todo dia, outros só apareciam de vez em quando, e havia também os “forasteiros”. Mas todos faziam parte de uma grande família, todos unidos pelo prazer de bater uns nos outros de mentirinha.

Algumas pessoas levam jogos de luta muito a sério. Nós também levávamos. Mas esse é um daqueles poucos gêneros que também serve para simplesmente reunir as pessoas na frente da TV e sair jogando. Sem experiência, sem treino, sem culpa, mas com toda a diversão possível. “Jogo Social” é isso aqui, gente bonita.

Sem compromisso

Não pense que, com isso, estou falando mal do novo jogo da 8ing. Muito pelo contrário. Ele é, muito provavelmente, o game de luta mais divertido da atualidade. É quebrado. É desbalanceado. É torto. Mas ainda assim talvez seja o mais divertido. O que eu estou falando, caso você queira ver as coisas só pelo lado negativo, é que Marvel Vs. Capcom 3 não é um jogo para ser levado a sério. Por causa de coisas assim.

Existem tantos jogadores de Sentinela online que a Xbox Live até parece aquele desenho animado dos X-Men onde tudo dava errado sempre. O campeão Justin Wong pode ter exagerado um pouco na sua choramingada via Twitter, mas uma coisa que ele é disse é certa: o robô gigante não é um personagem de manuseio fácil, mas basta perder um tempo treinando com ele para garantir vitórias sem muito esforço. Ele é o principal, mas não é o único. Outros personagens, como por exemplo o andróide Zero e seus combos infinitos de canto de tela, quebram o jogo. É de praxe, aliás, que o personagem a levar o primeiro golpe termine derrotado, já que não há nenhum mecanismo para escapar de uma sequência cruel. O que é uma pena, porque o elenco reunido pela Capcom é muito bom.

Ele só não é perfeito porque temos algumas poucas escolhas duvidosas. X-23, por exemplo, com golpes e estilo de jogo que não chegam a ser suficientemente diferentes dos do Wolverine. Já a Mulher-Hulk tem diferenças mais profundas com relação ao Gigante Esmeralda, mas a suas técnicas de luta livre parecem sem graça, sem brilho perto de todos os outros lutadores. O que é o mesmíssimo problema de Crimson Viper. Em um jogo em que se disparam rajadas de energia através da tela, os seus soquinhos e piruetas parecem deslocados, fora de lugar. E para não dizer que só falei mal das mulheres, o prefeito Haggar também não é lá essas coisas, que dirá um substituo à altura do eterno Zangief. Não são personagens interessantes, que dão vontade de dominar e levar para as arenas do mundo.

Apesar disso, a tela de seleção é repleta de escolhas excelentes. Há o mais-que-veterano Ryu, por exemplo, que ficou mais rápido e mais versátil que sua versão Tatsunoko Vs. Capcom, e o relativamente-veterano Capitão América, que teve sua velha lista de golpes mantida e ao mesmo tempo melhorada. Essa turma da Velha Guarda (Homem de Ferro, Morrigan, Homem-Aranha, Doutor Destino e por aí vai) mantém a mesma competência de antes, e se eles parecem diferentes, o motivo é o ritmo do jogo. Para mim, foi estrear o jogo com o Cabeça de Teia, Wolverine e o Capitão e reconhecer movimento por movimento, igualzinho ao que eles faziam no primeiro MvC.

Here Comes a New Challenger

É nos novatos, porém, que Marvel Vs. Capcom 3 brilha muito. Eu não vou nem falar de Arthur, que é o meu preferido porque Ghosts’n Goblins morará para sempre no meu coração juvenil, mas os lutadores estreantes são demais – tanto em termos de escolha quanto na composição dos golpes. Amaterasu, apesar de não ser exatamente simples, é divertida de se controlar. Dante e Trish fazem aquela festa de combos e armadilhas. Taskmaster combina estilos de outros personagens com golpes próprios e Dormammu faz as vezes de Black Heart com colunas que saem da terra e buracos negros. Com essas poucas exceções citadas, qualquer personagem garante uma experiência divertida. Mais importante: divertida para qualquer um.

E não porque o jogo tem um “Modo Simples”, no qual uma apertada de botão equivale a um golpe “inteiro”. Mas porque ele favorece ao mesmo tempo o especialista e o esfregador, que cobre o controle com a camiseta e mexe os dedos como se não houvesse amanhã. Em Street Fighter IV ele não teria a menor chance, e talvez também nem tivesse vontade. Mas Marvel é colorido, é explosivo, é várzea, é futevôlei na praia com rede imaginária e a bola indo parar no mar a cada três chutes porque ninguém acerta a mira. E ao mesmo tempo, para as pessoas certas, tem uma profudindade e tanto.

Para essas há o “Mission Mode”, que, como o Challenge de Street Fighter IV, tem o objetivo de ensinar os macetes e combos básicos de cada personagem. O esforço é louvável e ele até funciona, em certa medida. Mas enquanto o primeiro emprego de Ryu e Chun-Li ensina tudo em mais de 20 lições por lutador, aqui está tudo condensado em 10 – sem a vantagem de poder assistir como o combo funciona.

Para coroar a seleção de personagens, o faminto Galactus aparece como último chefe, lembrando os bons tempos de Apocalipse e Onslaught (Massacre) e enterrando a triste memória de Abyss, o mestre terrivelmente pixelado e sem graça de Marvel Vs. Capcom 2. O confronto surpreendentemente desafiador com os arautos cromados e depois com o devorador de planetas é o clímax perfeito para o modo de um jogador. Mas, e o multiplayer?

O multiplayer, como era de se esperar de um jogo da Capcom, funciona suave, tanto quanto em um Super Street Fighter IV. Durante os testes na rede Xbox Live, houve problemas de latência apenas uma vez, contra um oponente do exterior. Fora isso, as partidas rolaram perfeitamente.

Colocando a ficha

Não tão perfeita, porém, é a estrutura do modo multiplayer – e aí, sim, o produtor Ryota Niitsuma ainda tem bastante o que aprender com a equipe de Yoshinori Ono. Primeiro problema: você não pode procurar pessoas, só salas. Melhor dizendo, você tem a opção de partida rápida, que conecta ao primeiro oponente disponível, e partida personalizada, que permtite que você mexa nos filtros de língua, habilidade e região para essa mesma busca… mas que não mostra quem você vai enfrentar até que o fato esteja consumado e os dois tenham que escolher seus personagens.

E se a busca falhar por algum motivo, o jogo não retorna para a tela anterior, mas para o menu inicial com uma bela tela de “loading” antes. Para não se irritar e ter um certo controle sobre a sua experiência online, só recorrendo aos Lobbies.

Que até funcionam. Têm espaço para até oito pessoas, permitem chat, mostram estatísticas… mas não deixam que ninguém assista à luta que está em andamento. A única satisfação que o jogo dá é mostrar uma animaçãozinha um tanto quanto ridícula das License Cards se chocando, e as barras de vida de quem está lutando naquele momento. Tentar participar de uma sala cheia é um teste de paciência, quando deveria ser o ápice do multiplayer: todos ali, juntos, assistindo ao combate e esperando a sua vez como no bom e velho arcade. Em vez disso, é como se os dois lutadores da vez se separassem do grupo, fossem para uma sala escura e ficassem gritando para fazer os outros passarem vontade.

A License Card, sua “Carteira de Habilitação” em Marvel Vs. Capcom 3, é outro tiro que sai mais ou menos pela culatra. Em teoria, ela mostra tudo o que você precisa saber sobre seus inimigos em potencial: time preferido, quantas vitórias, quantas derrotas e um perfil resumido na forma de gráfico. Se ele é mais agressivo, mais retranqueiro, mais balanceado, esse tipo de coisa. O problema é que essa última medição não é exatamente precisa (se você fica de longe só soltando magia, como eu faço com o Arthur, ele vai te mostrar como “Equilibrado”, por exemplo), e no fim das contas não diz muito sobre o seu comportamento.

Ainda assim, ela é o melhor que esses jogos já chegaram de um perfil online, que dê para ver em tempo real. Vale a pena montar a sua Licença só pela diversão.

Por fim, outro aspecto ótimo do jogo é a trilha sonora, com a remixagem excelente de temas clássicos da Capcom. Com exceção de uma ou outra escolha (como o tema de Mega Man X2 para Zero, nem de longe tão icônico quanto o do game original), é uma grande pedida para se ouvir tanto durante as lutas quanto no fone de ouvido.

Mesmo com seus defeitos, o novo Marvel Vs. Capcom é um excelente jogo de luta. Ele pode ser sério, ele pode ser descompromissado, ele pode ser para quem gosta de quadrinhos, ele pode ser para quem gosta de luta, ele pode ser para o seu pai comentar como o Capitão América era diferente no tempo dele. É um jogo para campeonatos e para festas de criança. E é um jogo que me lembra o quão divertido é jogar videogame.

Marvel Vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds foi desenvolvido pela 8ing, distribuído pela Capcom e chegou às lojas em 15 de fevereiro com versões para Xbox 360 e PlayStatiojn 3. A cópia utilizada pelo Kotaku BR foi a versão de Xbox 360, disponibilizada pela NC Games, que distribui o jogo no Brasil. Fernando Mucioli abriu os personagens secretos, fez as Missões dos personagens, batalhou online e ainda não está jogando lá muito bem.



27 respostas para “Marvel Vs. Capcom 3 traz pancadaria sem compromisso para novatos e veteranos”

  1. Hynx disse:

    Por que uma foto do Shuma Gorat dando seu especial na Jill no meio do review, se eles nem lançaram ainda?

    Foi necessário, ou foi só pra encher linguiça mesmo?

    • Zermos disse:

      Cara, honestamente, acho que esse foi o comentário babaca do ano.

      Você não tem vergonha de si mesmo às vezes? Ou é sempre?

  2. joaohm disse:

    Muito bom Fernando. Obrigado por esse review. Me encaicharei no lado dos sem noção de jogo, porque sou péssimo em jogos de luta. Em breve estarei com uma cópia.

  3. dflopes disse:

    Simplesmente um review maravilhoso…

    Uma emoção nostálgica, balanceada com o desejo puro de divertir com videogame (a la burnout paradise???) e mostrando que videogame é pra gregos e goianos (mudei o ditado pra ficar mais regional, mas não consegui mudar o gregos ainda! Alguma sugestão?).

    Agora, tinha certeza que ia comprar o Super Street Fighter por US$25,00 na Play-Asia, mas, depois do review, meu coração "arcadiano" lembrou de suas tardes perdidas configurando o Final Burn pra rodar MvC… *suspiro*

  4. TomJoad87 disse:

    Muito bem construído esse review.
    Alias, todos até hoje foram.
    Meus parabéns.

    Quanto ao jogo, eu ainda estou esperando alguém que eu conheça comprar. Heh.
    Vontade de jogar não me falta.

  5. Sobrenada disse:

    Gostava mais dos gráficos meio anime, meio desenho animado. Esses gráficos "realistas" tiraram um pouco a graça do jogo. E são feitos pelo Shinkiro, artista PÉSSIMO.

    Mas o jogo é BOM.

    • 0megared disse:

      Cara, ainda não joguei, mas de tudo que vi até agora, foi a arte e finalização dos gráficos que mais me chamaram atenção. E como frequentei muito arcades, os dois primeiros parágrafos do review me acordaram pra comprar o jogo.

    • KaiserSpiegel disse:

      Pô, Shinkiro é a alma da SNK clássica. Esse estilo não é exatamente realista, ele só está inspirado em HQ ocidental. Faz sentido.

      • Sobrenada disse:

        Concordo que é a alma da SNK, mas desde aquela época eu não gosto do estilo dele. Sei lá, a cara dos personagens dele são muito iguais… ele usa os mesmos olhos (com rímel) e boca pra todo mundo. É diferente de "ter estilo".
        Já os jogos… sempre sensacionais :)

  6. [...] This post was mentioned on Twitter by Fernando Mucioli, Geek Blogs, Vinicius Lima, GAMEPAD.com.br, Regina and others. Regina said: RT @kotakuBR: REVIEW>> Marvel Vs. Capcom 3 traz pancadaria sem compromisso para novatos e veteranos http://bit.ly/dX3SPI [...]

  7. bigbadream disse:

    IT'S MAHVEL BAYBEEE!!

  8. KaiserSpiegel disse:

    Eu queria que na minha infância e juventude tivesse frequentado arcades como o do review. Quase todo fliperama em que eu ia era cheio de gente mal encarada. Teve uma vez em que eu quase arrumei confusão com pivetada enquanto o vendedor das fichas instigava. O negócia ia ser sério, minha mãe ficaria muito triste ao ver o filhinho de 12 anos dela voltando para casa em seu uniforme e cheio de hematomas.

    • Sobrenada disse:

      Eu vivia nos fliperamas da Liberdade e região. E volta e meia eu encontrava a mesma patota por lá. Querendo ou não, você acabava fazendo amizade – ou pelo menos aquela "amizade" de soltar um "e aê, beleza" ao ver o moleque por lá ou na rua.
      Era divertido.

      • KaiserSpiegel disse:

        Aqui no Rio, os flipers eram geralmente uma tristeza. Muito mal frequentados. Na minha vila abriu um fliper e eu frequentava, mas só até perceber que o pessoal que ia lá também era marrento (e mais velho). Aliás, eu sempre odiei essa vila onde morava. Vai ver que o Rio tem mais gente marrenta e os estabelecimentos se tornam menos família. Já lugares onde se jogava consoles eram mais legais, talvez por ter mais jogos disponíveis, eles atraiam uma variedade maior de jogadores e era mais fácil frequentar com uma galerinha legal.

  9. rafaelmiolow disse:

    Meu único medo com esse game é se a Capcom resolver lançar pacotes de personagens para download a um preço abusivo (já vimos que só as ROUPAS extras para Street Fighter 4 já são meio carinhas… )

    Fora essa preocupação, estou louco pra ter uma cópia! Tive a sorte de jogar hj a versão de PS3 e o game é ótimo!

  10. Diego Lopes disse:

    Mas o que eu acho mais graça em todos os Marvel vs. Capcom é essa bagunça, com explosões, combos infinitos e "especiais" ultra-mega-lerrroyyyy destruidores. Essa sim é a característica dessa franquia.

    P.s.: Baita review, voltei aos meus 12 anos de idade no fliperama do seu zé na esquina de casa, era ficha até acabar o dia hehehe Marvel vs. Capcom, The King of Fighters 2002 e Tekken 3!

  11. ArthurOtaku disse:

    Parabéns pelo review, feito por quem realmente acompanhou toda a série

    O jogo é quebradaço mesmo, conseguiu ficar pior q o mvc2 com seus mais de 50 personagens. Tava vendo umas partidas no youtube e cheguei a ver alguns absurdos como sentinela virar o jogo dando vários especiais seguidos com o oponente defendendo, o arthur enchendo a tela de facas e lanças, zero dando combos longuíssimos e tirando pouquíssima energia e etc

    Mas é isso, o jogo é divertido mesmo com os problemas e agradeço a cd universe pela "belo trabalho"

  12. Albert disse:

    Espero que melhorem o multiplayer, uma DLC não custa nada

  13. [...] a paz galática com meu alter ego maligno chamado Bob. E estou esperando minha vez de jogar Marvel Vs. Capcom 3, mas o chefe já disse que eu sou o último da fila porque mando muito mal em jogos de lutinha. Mas [...]

  14. Nathan Martins disse:

    Arrasou na Review cara, apesar de eu nao ser das antigas do Fliperama, eu ainda peguei um pouco desse tempo e tbm esperava minha vez, era mto divertido. Ficou ótimo.

  15. Chapolesco disse:

    Adoro jogos quebrados. Façam mais jogos quebrados!

  16. Mateus disse:

    Belo review, gostei muito do jogo, mas nos combos eu só domino mesmo com um trio: Dante, Taskmaster e Zero.

    To querendo muito combar com o Akuma mas mesmo com um controle arcade, to penando muito para dominar. Acho que foi muito tempo longe de jogos de luta (desde o play 1 eu não jogava), recomecei agora com o Street Fighter 4.

  17. Mairon disse:

    Gostar de e elogiar Ryu = noob

  18. [...] Marvel Vs. Capcom 3 pode ter sido um dos lançamentos mais esperados dos últimos dez anos no ocidente, mas isso não garantiu a vitória para o game de pancadaria da Capcom no Japão, como revela o ranking dos mais vendidos do grupo Media Create. [...]

  19. [...] Fighter IV, para que quem estiver na fila possa assistir à batalha de verdade, em vez de ver duas fichas se esfregando uma na outra. Mas a prioridade ainda é resolver a questão da [...]

  20. Rock disse:

    …putz, curti o review, mas discordo de alguns pontos. Não creio que a She-Hulk "não tenha brilho", a jogabilidade dela é essa. Trocentos personagens do jogo anterior da série tinham tanto "brilho" quanto ela, o próprio Cable, top-tier eterno de MVC2 é extremamente sem-graça, porém extremamente destrutivo. Quanto à Haggar, como fã da série Final Fight sempre foi minha preferência em relação ao Zangief (inclusive é um dos personagens extremamente clássicos da série), assim como o Hunter Vs. Hunter de Rockman X2 se encaixa perfeitamente no Zero (até porque o Zero do MVC3 é o do X2, não o do primeiro jogo. E é uma música icônica da série, ainda mais para fãs)…
    …muitas pessoas reclamam seriamente da C.Viper, mas não vejo o porquê. Ela é um dos personagens do novo Street Fighter, não vejo porque ela não deveria estar no jogo (ainda mais com o jogo interessante dela baseado em OTG)…
    …no mais, um bom review, mas acho que você deveria ter mencionado algo como "baseado em minhas opiniões pessoais", "não sou um jogador assíduo/aprofundado do jogo"…

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